A Sabedoria do Coração 
"Ao chegar ao sétimo planeta, a Terra, o Pequeno Príncipe vai chegando ao fim da sua jornada. É na Terra, que ele irá ter o maior número de experiências. É onde será relevado o segredo que permite dar sentido a vida." -Mônica Cristina Corrêa.
 
No sétimo e penúltimo capítulo de "Pegadas do Pequeno Príncipe", o Principezinho descobre que a Terra não é um planeta qualquer. Não é por acaso que este planeta tenha sido o sétimo a ser visitado. Ao chegar a Terra, o Principezinho se depara com o deserto e acaba encontrando um personagem bem conhecido dessa história, a Serpente.
 
Na obra, a Serpente não encarna o mal ou o pecado, para Sanit-Exupéry ela simplesmente desenha seu papel, da alegoria da própria morte. "Aquele que eu toco, devolvo à terra de onde saiu", disse a Serpente.  Em "O Pequeno Príncipe" a morte não tem um sentido negativo, e sim de uma passagem, é o roteiro final de toda jornada neste planeta.
 
Não só em "O Pequeno Príncipe" mas em outros livros do autor, como "Piloto de Guerra" de 1942, se prestado atenção nas entrelinhas, grandes lições são ensinadas. Neste livro, uma frase é marcante: "Morre-se unicamente por aquilo por que se pode viver." A resposta do sentido real da vida, vem de sua amizade com a Raposa, que o ensina que a cativar aqueles que ele deseja se aproximar, e ser eternamente responsável por isso, a Raposa então, representa a sabedoria.

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