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Antoine de Saint-Exupéry pediu sua esposa em casamento horas depois de tê-la conhecido.

Em Buenos Aires Saint-Exupéry conheceu a salvadorenha Consuelo. Ela se encantou com sua figura: um homem de quase 2 metros de altura, audacioso e aventureiro, aviador, com jeito de garotão, que tocava piano. Ele a pediu em casamento naquele mesmo dia, horas depois de tê-la conhecido. Levou-a para voar em seu avião e lá antes de pedir por um beijo pediu-lhe a mão.

 

Notando a negativa de Consuelo em dar-lhe a mão e o beijo ele desligou o avião que caiu em parafuso até que ela resolveu ceder. O beijo aconteceu, mas o casamento somente anos mais tarde.

A família de Saint-Exupéry via com maus olhos aquela história de amor. Consuelo tinha sido viúva duas vezes. Apesar de ainda não a terem conhecido, a moça era considerada muito avançada para a sua época. Mesmo contra a família, Antoine de Saint-Exupéry casou religiosamente com Consuelo em Agay, na França, em 23 de abril de 1931. Nesse dia, a noiva vestia de preto. Ainda de luto por Carrillo, (seu falecido marido), trazia um vestido de rendas, preto, e uma mantilha também preta. Levava na mão um ramo de cravos vermelhos.

12 anos mais tarde, quando o poeta-aviador escreve seu livro que conquistaria o mundo “O Pequeno Príncipe”, Consuelo é lembrada em seu livro através da Rosa, alguém que o pequeno principezinho amava pelas pétalas mas tinha uma relação conturbada pelos espinhos. Houve quem visse nisso um mau presságio. Outros, mais uma excentricidade..." Sem dúvidas, Consuelo teve um grande papel na vida do famoso autor.

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